• Blog da Taty

No #budismo aprendemos que o objetivo da VIDA é viver em #COMPAIXÃO, o que significa amar profundamente todos os seres. É mais do que empatia, que é fundamental e que significa colocar-se no lugar do outro, a compaixão é o desejo profundo da FELIDADE de todos os seres. Mas o budismo nos fala que para sentirmos compaixão precisamos primeiro desenvolver o #AmorPróprio, ou seja a #AutoCompaixão.

Eu não posso amar as outras pessoas se sou incapaz de me amar. Talvez o mundo seja este palco de frustrações porque não aprendemos a AMAR a nós mesmos como deveríamos.

Amor próprio significa cuidar de cada pedacinho do nosso ser. Desenvolver a nossa saúde, desenvolver a nossa espiritualidade, desenvolver a nossa mente, trabalhar contribuindo com a sociedade, ser generoso, contemplar a natureza, cuidar da auto-estima, desenvolver laços de amor.

 

Que é a morte? A morte é uma coisa comum a todos nós. Todos acabaremos assim. Que é que chamamos de vida? Que é que chamamos de morte? Esse é realmente um problema complexo. Se pudermos descobrir, se pudermos compreender o que é viver, então talvez possamos compreender a morte.

Quando perdemos alguém que amamos, sentimos grande pesar, sentimos solidão; portanto, dizemos que a morte nada tem a ver com a vida. Separamos a morte da vida. Mas estará a morte separada da vida? Não é a vida um processo de morte?

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemosconversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. 

Malala Yousafzai, nasceu em julho de 1997 é uma pequena grande menina, ativista. Foi a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel. É o tipo de pessoa que merece aplausos, não pela cor de seus olhos ou atributos físicos, mas pelo que faz com o mundo em que vivemos.

Cresceu com um pai idealista, que fundou uma escola em meio ao nada no Paquistão. Ela é defensora dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação, já que onde nasceu, no vale do Swat, no nordeste do Paquistão, os talibãs (grupo extremista violento e ditador) impedem meninas de frequentar a escola. 

Ao escrever um blog (usando pseudonimo) onde relatava as condições (ou a falta delas) na educação no país, ganhou notoriedade internacional, foi e ainda é perseguida pelo Talibã que a deixou entre a vida e a morte. Iluminada, sobreviveu e hoje vive refugiada na Inglaterra. Ganhou diversos prêmios e é a mais jovem embaixadora da Paz no mundo. Sua história de vida é digna de grandes lideres como Gandhi e ela é apenas uma adolescente. Se tenho ídolos eles são esse tipo de ser humano. Deus abençoe Malala.

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TATIANNE RODRIGUES

                                 FOUNDER VIVER EM BALANCE®

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