PIB

Ao meditar que:

“O que conhecemos como luxo e sucesso precisa ser repensado.

SUCESSO E COMPAIXÃO podem caminhar juntos.

As melhores conquistas são aquelas que sentimos e não apenas materializamos.

Conectados com o mundo, desejamos crescer, inovar, desenvolver e conquistar. Não há nada há ser evitado. Tudo o que fizermos com o CORAÇÃO nos dará a oportunidade de encontrar respostas que nos levam a EVOLUIR.

Pessoas bem sucedidas que querem mais que resultados financeiros. Redefinir a noção de sucesso, porque o mundo precisa disso, porque nós merecemos VIVER EM BALANCE.”

Isso remete-me ao memorável discurso, proferido no Kansas em 1968, por Robert Kennedy, ainda candidato ao governo. E vale uma intensa reflexão:

“Sejamos claros desde o início: não encontraremos um propósito para a nossa satisfação pessoal na mera corrida pelo progresso econômico, nem na infindável acumulação de bens materiais.

Não podemos medir o espírito nacional com base no índice Dow Jones, nem os sucessos nacionais com base no Produto Interno Bruto (PIB).

Porque o nosso Produto Interno Bruto nacional compreende a poluição do ar e a publicidade dos cigarros, e as ambulâncias para desimpedir as nossas autoestradas das carnificinas. Inclui na conta as fechaduras especiais com que trancamos as nossas portas, e as prisões para aqueles que as arrombam.

O nosso PIB compreende a destruição das sequoias e a morte do Lago Superior.

Cresce com a produção de napalm, dos mísseis e das ogivas nucleares, e compreende também a pesquisa para melhorar a disseminação da peste bubônica.

O nosso PIB se infla com equipamentos que a polícia usa para reprimir as revoltas e mortes em nossas cidades. E, embora não diminua devido aos danos que as revoltas provocam, aumenta quando se reconstroem os bairros pobres sobre as suas cinzas.

Compreende o fuzil de Whitman e a faca de Speck, e a transmissão de programas de televisão que celebram a violência para vender mercadorias às nossas crianças.

Se o nosso PIB compreende tudo isso, não leva em conta também o estado de saúde de nossas famílias, a qualidade de sua educação ou a alegria de suas brincadeiras.

É indiferente à decência de nossas fábricas e à segurança de nossas estradas.

Não compreende a beleza de nossa poesia ou a solidez de nossos casamentos, a inteligência de nossas discussões ou a honestidade de nossos funcionários públicos.

Não leva em conta nem a justiça de nossos tribunais, nem a justeza das relações entre nós.

O nosso PIB não mede nem a nossa argúcia, nem a nossa coragem, nem a nossa sabedoria, nem o nosso conhecimento, nem a nossa compaixão, nem a devoção ao nosso país.

Em poucas palavras, mede tudo, exceto aquilo que torna a vida digna de ser vivida; e pode nos dizer tudo sobre a América, exceto se somos orgulhosos de ser americanos.’’

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TATIANNE RODRIGUES

                                 FOUNDER VIVER EM BALANCE®

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